Não basta o dinheiro de Bruxelas, é preciso que a economia arranque
O chefe de Estado realçou que, atualmente, “aquilo que está proibido, em princípio, são festivais e espetáculos análogos, desde que não haja lugares marcados, desde que não se respeitem determinado número de regras sanitárias”, e que nesse quadro legal “não entram outras realizações políticas, político-partidárias, religiosas, sociais, as mais diversas”, cabendo essa qualificação ao “próprio organizador”.