Livreiros e editores açorianos preparam-se para futuro incerto
“Nós gostamos muito do que fazemos. Também há aqui um lado de missão. Achamos que a poesia e o teatro, a ficção e o ensaio escritos por autores portugueses, se nós não o fizermos, e outros não o fizerem, é uma parte da cultura portuguesa que se vai embora. Temos esse dever, quase cívico, de contribuir”.