CDS acusa ministra da Saúde de protagonizar momento infeliz da história democrática
“A ministra da Saúde insiste em não aceitar rever no atual contexto o estatuto remuneratório dos profissionais do SNS (Serviço Nacional de Saúde), invocando o argumento de que não podemos ter um país a duas velocidades. Na opinião do CDS, os profissionais de saúde que estiveram desde a primeira hora na linha da frente de combate mereciam, no mínimo, ter sido os primeiros a ver refletidos os aumentos dos vencimentos na função pública, e são ainda credores de um esforço coletivo de apoio que se devia refletir num prémio remuneratório e na majoração das suas horas extraordinárias”, sustenta-se no comunicado.