2023-11-14 10:56:00 Jornal de Madeira

Israel: Forças Armadas confirmam morte de militar raptada pelo Hamas

O Exército israelita anunciou hoje a morte de Noa Marciano, uma militar de 19 anos mantida refém pelo movimento islamita Hamas em Gaza. Na segunda-feira, o movimento que governa o enclave divulgou uma fotografia da jovem e alegou que tinha sido "morta por um bombardeamento israelita". "A cabo Noa Marciano da cidade de Modiin (...) foi declarada morta pelo Exército. Ela foi raptada pela organização terrorista Hamas", declararam as Forças Armadas num comunicado, acrescentando que já tinham informado a família da jovem. O porta-voz do braço armado do Hamas, Abu Obeida, referiu-se hoje à morte da militar na Faixa de Gaza. O território está a ser bombardeado por Israel desde o ataque do Hamas contra solo israelita, a 07 de outubro e que fez 1200 mortos, a maioria civis. "O inimigo (Israel) ataca e não são apenas as vidas dos civis palestinianos que estão em perigo, o inimigo não se preocupa em matar prisioneiros: a prova é que matou a soldado prisioneira, que foi levada viva (...) mas que foi morta há vários dias num bombardeamento inimigo", disse Abu Obeida. O Hamas difundiu igualmente imagens vídeo da jovem, que alegou terem sido gravadas a 04 de novembro. Os ataques israelitas contra Gaza já mataram mais de 11.000 pessoas, dois terços das quais mulheres e crianças, segundo o Ministério da Saúde do Hamas. Na segunda-feira, o movimento que governa o enclave divulgou uma fotografia da jovem e alegou que tinha sido "morta por um bombardeamento israelita". "A cabo Noa Marciano da cidade de Modiin (...) foi declarada morta pelo Exército. Ela foi raptada pela organização terrorista Hamas", declararam as Forças Armadas num comunicado, acrescentando que já tinham informado a família da jovem. O porta-voz do braço armado do Hamas, Abu Obeida, referiu-se hoje à morte da militar na Faixa de Gaza. O território está a ser bombardeado por Israel desde o ataque do Hamas contra solo israelita, a 07 de outubro e que fez 1200 mortos, a maioria civis. "O inimigo (Israel) ataca e não são apenas as vidas dos civis palestinianos que estão em perigo, o inimigo não se preocupa em matar prisioneiros: a prova é que matou a soldado prisioneira, que foi levada viva (...) mas que foi morta há vários dias num bombardeamento inimigo", disse Abu Obeida. O Hamas difundiu igualmente imagens vídeo da jovem, que alegou terem sido gravadas a 04 de novembro. Os ataques israelitas contra Gaza já mataram mais de 11.000 pessoas, dois terços das quais mulheres e crianças, segundo o Ministério da Saúde do Hamas.

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