Pessoas deslocadas à força no mundo já representam mais de 1% da Humanidade
O líder do ACNUR desde 2016 ainda reforça: “Não se pode esperar que as pessoas vivam num estado de convulsão social durante anos a fio, sem uma hipótese de voltar para casa, nem com a esperança de construir um futuro onde se encontram. Precisamos de uma atitude fundamentalmente nova e mais aceitável em relação a todos os que fogem, juntamente com um esforço muito mais determinado para desbloquear conflitos que duram há anos e que estão na origem de um sofrimento enorme”.