Serviço Europeu de Acção Externa contra as ‘fake news’
Johannes Bahrke adianta à Lusa que a ação destas plataformas passa, então, por “suprimir conteúdos falsos ou enganosos, remover conteúdos ilegais ou que possam causar danos físicos e, ao invés disso, promover fontes autorizadas, como autoridades de saúde pública ou a Organização Mundial de Saúde [OMS]”.