Mayorga retira queixa de violação contra Ronaldo
A queixa apresentada por Kathryn Mayorga, que acusou Cristiano Ronaldo de violação, terá sido retirada no mês passado, avança a agência de notícias Bloomberg. A ex-professora Kathryn Mayorga, de 35 anos, acusou no ano passado o jogador português de a ter violado, em 2009, num hotel de Las Vegas, nos Estados Unidos. O futebolista português, de 34 anos, sempre negou as acusações. O pedido para retirar voluntariamente a queixa terá sido apresentado no mês passado num tribunal do Nevada, em Las Vegas. No pedido não é referido se que a queixosa chegou a algum acordo com o jogador da Juventus, segundo revelou a agência Bloomberg. Leslie Stovall, advogado de Mayorga, e Peter Christiansen, advogado do português, recusaram comentar a retirada da queixa. Também as autoridades de Las Vegas não deram esclarecimentos sobre o caso. Em março, o "The New York Times" indicou que a Juventus, equipa campeã em Itália, não deveria participar num torneio internacional nos Estados Unidos, no verão, por receio de que Cristiano Ronaldo pudesse ser detido no âmbito da investigação deste processo. Kathryn Mayorga apresentou queixa contra o avançado internacional português, a 27 de setembro de 2018, num tribunal do condado de Clarck, Las Vegas, no Estado norte-americano do Nevada. A queixosa alegava que, em 2009, foi violada pelo jogador da Juventus num quarto de hotel em Las Vegas, ao qual terá subido, junto com outras pessoas, para apreciar a vista e a banheira de hidromassagem. A suposta vítima relatou que Cristiano Ronaldo a terá interpelado enquanto trocava de roupa e a terá forçado a sexo anal -- no fim, conta, o português ter-se-á desculpado e dito que costuma ser um cavalheiro. O caso foi divulgado pela revista alemã "Der Spiegel", em 28 de setembro de 2018, na primeira vez que Kathryn Mayorga falou sobre o caso - a história já tinha sido revelada em 2017, em documentos difundidos pela plataforma digital Football Leaks. Cristiano Ronaldo sempre negou publicamente a alegada violação.