Duas dezenas de lusodescendentes da Venezuela receberam título de defensores dos direitos humanos
“A população tem tido que sair do país, por obrigação e não por planificação. Todos, tanto dentro do país como no estrangeiro, estamos a lutar (...) um dia verei regressar os meus companheiros. Conheço muitos que (no estrangeiro) choram lágrimas de saudade do seu país. Também muitos que, a partir do estrangeiro, trabalham por esta nação. Continuamos a ser o mesmo país e não nos rendemos nunca”, concluiu.