Investigador angolano insiste em Comissão da Verdade e Reconciliação sobre “27 de Maio”
“Numa sociedade onde, todos os anos, o espetro do 27 de maio de 1977 renasce e sempre com cargas emocionais traumáticas e, por vezes, descompassadas, porque numa sociedade onde não haja entendimento nem reposição da verdade, reabilitação da injustiça, reconhecimento das responsabilidades individuais e coletivas, do pedido genuíno do perdão -- e este deve ser feito por todos os que estiveram no processo -, temos de concluir que será sempre uma sociedade castrada”, concluiu.