Dijsselbloem reitera que não quis ofender países do Sul e não equaciona demissão
Apontando que, apesar de não haver uma “obrigação jurídica” para que o presidente do Eurogrupo tome a palavra em plenário, Tajani afirmou que “quando se pedem tantos sacrifícios aos cidadãos europeus, deve aceitar-se o convite para falar perante os seus representantes”.