Paris/Atentados: Porteira portuguesa não gosta que lhe chamem “heroína ou estrela”
Um mês depois dos atentados de Paris de 13 de novembro, a porteira portuguesa que ajudou vítimas do ataque ao Bataclan não se sente nem "estrela" nem "heroína" apesar das muitas entrevistas que deu à imprensa portuguesa e estrangeira.