UGT propõe salário mínimo de 505 euros mas CGTP rejeita
A UGT propôs hoje um salário mínimo nacional (SMN) de 505 euros sem atualização até ao final de 2015, abrindo mão de efeitos retroativos, um valor que a CGTP considera que "não é minimamente justo".No final da reunião do grupo de trabalho do SMN, Luís Correia, secretário-geral adjunto da UGT, explicou que a central não cede na sua proposta mínima de 505 euros, considerando que a atualização remuneratória pode ocorrer já em outubro.