FPAK demarca-se de 'caso Miguel Campos'
A Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting demarca-se do 'caso' Miguel Campos. O piloto veio à Madeira para ministrar um curso de pilotos de rali, mas acabou por não cumprir os requisitos exigidos pelo Governo Regional, nomeadamente no que diz respeito ao confinamente e à obrigatoriedade da realização de testes. Pedro Melvill Araújo, delegado da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting na Madeira, ao JM começa por demarcar-se da situação, garantindo que tudo o que o organismo faz é "transparente". "O Miguel Campos veio a convite de alguém. Desconhecemos se o piloto conhecia as regras a cumprir. Desconhecemos se quem o convidou informou o piloto dessas mesmas regras. É tudo uma questão de cidadania. A FPAK quando faz este tipo de ação de formação é de forma transparente", explicou aquele responsável ao JM, assegurando que a FPAK "nada tem a ver com esta situação. Estamos completamente à margem", assevera. Ainda assim e apesar da FPAK desconhecer qualquer ação de formação, Pedro Melvill Araújo deixa o alerta para que no futuro situações semelhantes não voltem a acontecer. "Deixo um alerta não só para quem realiza estes eventos mas para todos. Quem vem tem de cumprir as regras. Tem de estar ciente que tem obrigações a cumprir. É um questão de cidadania", disse a concluir.