Maria João e Carlos Barretto no festival Quebrajazz em Coimbra
“Na primeira vez que o Mário Laginha veio, ficou com uma cara admirada quando viu onde é que ia tocar. Depois, ficou o fã número um do espaço”, salientou o diretor do festival, considerando que o espaço, para além de esteticamente “mágico”, ao nível da acústica “é divinal”.