“Não tinha nenhuma ambição de ser líder do partido”
Lopes da Fonseca, o novo líder do CDS-M, diz que o cargo nunca foi sua ambição e que apenas o assumiu como uma "missão": unificar o partido e impedir que se fragmente numa fase crucial. Afirma que o PSD será sempre o adversário principal do CDS, acusa o Governo Regional de 'submisso' a Lisboa e de não conseguir concretizar as suas promessas e justifica o seu apoio a Marcelo Rebelo de Sousa para a Presidência da República. Em entrevista ao FN, assume as divergências com Ricardo Vieira, que no entanto diz respeitar, e espera que não se verifique nenhuma impugnação dos procedimentos do Congresso. Entende as próximas autárquicas como o desafio fundamental e explica que o CDS -M tem de preparar-se para os novos paradigmas políticos, radicalmente transformados em Portugal.