10,6% dos portugueses vive em casas sobrelotadas
Os dados são do Instituto Nacional de Estatística (INE). Em 2021, 10,6% das pessoas vivia em alojamentos em que o número de divisões habitáveis era insuficiente para o número e o perfil demográfico dos membros do agregado, mais 1,6 pontos percentuais do que no ano anterior. A percentagem de pessoas que viviam em condição de sobrelotação aumentou na maioria das regiões do país, exceto na região do Algarve e na Região Autónoma dos Açores(menos 2,5 p.p. e menos 2,8 p.p., respetivamente). Os aumentos mais significativos foram registados nas regiões Norte (mais 2,4 p.p.), Centro (mais 2,1 p.p.) e Área Metropolitana de Lisboa (mais 1,4 p.p.) A taxa de sobrelotação da habitação era, de acordo com o INE, mais elevada para os indivíduos mais jovens (17,5% para o grupo etário até aos 17 anos), diminuindo com o aumento da idade (10,9% para os adultos e 4,4% para os idosos).