2022-04-04 17:42:00 Jornal de Madeira

Exposição ‘Direitos invioláveis’ quer ‘acordar’ mundo para guerra na Ucrânia

Foi inaugurada esta tarde, no átrio do edifício dos Paços do Concelho da Câmara Municipal do Funchal, a exposição "Direitos invioláveis", da autoria de Andreína de Canha, alusiva à guerra na Ucrânia.  Conforme esclareceu a artista, o objetivo destas obras é o de demonstrar o seu apoio à paz na Ucrânia e o repúdio à guerra, bem como despertar as nações para o facto de que “a guerra é sinónimo de violações de direitos elementares”. “As pessoas têm de acordar e esta é uma forma explícita de fazer as pessoas raciocinar que isto não pode acontecer e que temos de realizar mais atos de demonstração de apoio ao povo da Ucrânia ou a qualquer outro que esteja numa situação de conflito”, ressaltou Andreína de Canha, em declarações ao JM. Já Pedro Calado, presidente da Câmara Municipal do Funchal, sublinhou que este é mais um “pequeno gesto” que denota a solidariedade da Região para com o povo ucraniano, ressaltando que “o movimento de muitos pequenos gestos pode fazer a diferença”. Mais afirmou que o povo ucraniano tem dado uma grande lição de perseverança, força, patriotismo, lealdade e união a todo o mundo, dada a sua capacidade de resistir de forma surpreendente à repressão perpetrada pela Rússia. “Tem sido um ensinamento para toda a Europa”, asseverou. A exposição "Direitos invioláveis" é composta por duas obras, intituladas “No War” e “Peace Takes Love”. A primeira conta a história de uma pessoa que escrevia com uma tinta spray uma mensagem de paz numa parede quando foi abatida, deixando para trás o seu casaco banhado de sangue. Já na segunda, é possível contemplar uma mão que liberta a bandeira da Ucrânia, simbolizando, assim, a liberdade, mas também a esperança e a solidariedade para com este povo, patente nas mensagens escritas nesta tela.

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