Fuzileiros suspeitos da morte do agente da PSP culpam amigo civil e dizem que apenas deram uns socos
Os dois fuzileiros, suspeitos da morte de agente da PSP, Fábio Guerra, ficaram em prisão preventiva. Decisão tomada pelo juiz Carlos Alexandre, sendo que os dois suspeitos estão indiciados por homicídio qualificado e ofensas corporais qualificadas. No entanto, os suspeitos, Cláudio Coimbra e Vadym Hrynko, delegaram responsabilidades pelo crime cometido num amigo civil, justificando que apenas deram uns socos a Fábio Guerra. O terceiro elemento é Clóvis Abreu, amigo destes e que se encontrava com o grupo na madrugada de sábado na discoteca Mome, em Lisboa. Recorde-se que este terceiro envolvido ainda continua a ser procurado pela PJ.