Mais de duas mil grávidas queixaram-se da não renovação de contratos
No ano de 2020 a não renovação de contratos de trabalho com mulheres grávidas, quer no período após o parto ou na fase de amamentação, sem esquecer as que estavam de licença, atingiu um valor histórico com mais de 2 mil casos reportados à Comissão de Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE). O CITE emitiu na altura 81 pareceres acerca de despedimentos de grávidas e de demais trabalhadores a auferir dos seus direitos de parentalidade. Dessa análise é agora divulgado que 57% dos casos foram chumbados. Em termos percentuais, o afastamento destes trabalhadores fixou-se nos 20% se comparado com período homólogo. De resto, os números conhecem uma tendência crescente desde há 6 anos.