2020-07-12 09:27:00 Jornal de Madeira

Bombeiro morre no combate a um incêndio na Lousã

Um bombeiro da corporação de Miranda do Corvomorreu ontem à tarde, durante o combate a um incêndio na Serra da Lousã. Quatro outros bombeiros sofreram ferimentos, dois dos quais ligeiros. Algumas horas depois, o tanto o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, como o primeiro-ministro, António Costa, lamentaram, “com profunda consternação”, a morte do bombeiro. Numa mensagem publicada no ‘site’ da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa “lamenta, com profunda consternação, a morte de um bombeiro da corporação de Miranda do Corvo, que combatia, com a sua equipa, um incêndio na serra da Lousã”, distrito de Coimbra. “Uma triste notícia e que representa uma perda profunda para quem tanto dá ao país”, lê-se na mensagem do Presidente, que já enviou as suas condolências à família e ao corpo de bombeiros de Miranda do Corvo. Marcelo Rebelo de Sousa revela também que já falou com os presidentes das câmaras da Lousã e de Miranda do Corvo, tendo “igualmente falado com o responsável dos bombeiros para conhecer o ponto de situação no terreno e se inteirar do estado de saúde dos bombeiros” feridos, “a quem deseja rápidas melhoras”. “Foi com profundo pesar e consternação que tomei conhecimento do trágico falecimento do bombeiro voluntário José Augusto Dias, que combatia um incêndio na serra da Lousã, assim como dos soldados da paz que ficaram feridos naquele combate e a quem desejo boa recuperação”, lê-se numa nota do gabinete do primeiro-ministro. Também António Costa enviou os pêsames, “em nome de todo o Governo” à “família e amigos do chefe José Augusto Dias e à corporação de bombeiros de Miranda do Corvo”. O chefe José Augusto (na foto), de 55 anos, morreu e três bombeiros ficaram feridos durante o combate ao incêndio que deflagrou ao final da tarde deste sábado numa encosta da Serra da Lousã, junto a um acesso ao Trevim, no concelho da Lousã (distrito de Coimbra), e que terá sido provocado pela trovoada que se fez sentir na região. Fonte da autarquia da Lousã confirmou à Lusa que o incêndio foi antecedido por uma trovoada seca, acompanhada por vento forte, que dificultou o trabalho de mais de 220 bombeiros de diversas corporações dos distritos de Leiria e Coimbra.  

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