Refundar participação cívica é imperativo no período pós-emergência
“Ao Estado, cabe essencialmente estabelecer um processo de reconstrução tripartido (instituições, empresas, comunidades), abrindo espaços substantivos para cidadãs e cidadãos, e coordenando os níveis de governos num percurso participativo multinível, que possa imediatamente aproveitar (em cada nível administrativo) das tantas ideias e práticas de cogestão dos bens comuns que foram emergindo e -- por certo -- irão emergir ao longo do percurso”, conclui o investigador.