Portugueses consideram ter menos risco de contrair infecção um mês após confinamento, indica barómetro
“Esta ansiedade pode estar mais ligada a aspetos de caráter individual e de gestão da vida quotidiana”, resultantes do confinamento, do que propriamente com os aspetos relacionados com a doença ou com a resposta das entidades de saúde, diz Sónia Dias, defendendo que é preciso fazer chegar às pessoas estratégias concretas para gerirem melhor a vida laboral e familiar.