Às carrinhas de metadona em Lisboa começam a chegar presos recém-libertados
A desinfeção do exterior e interior da carrinha dão a manhã por terminada. O recluso recém-libertado não chegou a aparecer. “Talvez venha à tarde”, diz a equipa, que sabe que o mais provável é que nos próximos dias venha a atender muitos mais novos casos semelhantes.