Debate na especialidade da ‘Lei Uber’ adiado para quarta-feira
Carlos Rodrigues explica que “a linguagem que foi usada nestas perguntas é uma linguagem completamente desajustada, uma linguagem que eu diria que é quase inaceitável no que diz respeito ao relacionamento institucional que deve haver entre dois órgãos de poder legislativo. É uma linguagem usada com muito paternalismo e sobranceria em relação às questões da Madeira”, lamentou.