2023-03-02 11:35:00 Jornal de Madeira

Ucrânia: Scholz desloca-se hoje a Washington para analisar situação na Ucrânia

O chanceler alemão, Olaf Scholz, desloca-se hoje a Washington para abordar com o chefe de Estado norte-americano, Joe Biden, a "situação na Ucrânia", anunciou o próprio durante uma sessão parlamentar em Berlim. Scholz disse no Parlamento Federal (Bundestag) que está de acordo com as posições de Biden sobre a NATO e que a deslocação a Washington tem como objetivo "estreitar a sintonia" face à invasão russa da Ucrânia.   "Um ano depois de uma 'mudança de era' (invasão da Rússia)" também se verifica "um ano de associação transatlântica mais estreita e mais confiante do que nunca", declarou Scholz. A sessão parlamentar foi marcada no quadro do balanço político de um ano de guerra, provocada pela Rússia a 24 de fevereiro de 2022. Olaf Scholz reiterou a posição de Berlim sobre um acordo de paz que tenha em conta o respeito pelos direitos do povo ucraniano. Por outro lado, referiu-se aos compromissos de Berlim sobre o fornecimento de armas à Ucrânia e ao treino de soldados ucranianos em território alemão acrescentando que o Exército alemão vai colocar 30 mil efetivos militares à disposição da futura estrutura de segurança da NATO. O chanceler alemão Olaf Scholz disse ainda que a Alemanha e outros "parceiros estão em conversações com Kiev sobre futuros compromissos de segurança" para a Ucrânia.  Scholz referiu-se a "conversações" com Kiev sobre os "futuros compromissos" em questões de "segurança", mas não especificou nem detalhou o plano, tendo criticado o chefe de Estado russo pela agressão militar em território ucraniano.    "Estará [Vladimir] Putin pronto para negociar um regresso aos princípios e a uma paz justa? De momento, não há qualquer indicação disso", afirmou Sholz criticando "atos ameaçadores" de Moscovo como a suspensão do acordo do Novo Start. A Rússia suspendeu na semana passada o acordo (New Start) sobre a proliferação de armamento que ainda vigorava com os Estados Unidos. No mesmo discurso, o chanceler alemão apelou também à República Popular da China para não fornecer armamento "ao agressor russo". "A minha mensagem é clara: façam uso da vossa influência para exigir a Moscovo a retirada das tropas russas. Não forneçam armas ao agressor russo", declarou Scholz no Bundestag, referindo-se a Pequim.  

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