No maior cemitério da América Latina, choram-se mortos até de noite
“Nós estamos vivendo um tempo em que, quase todos os dias, estamos vendo [[mortes] nesta região da cidade, em Itaquera e São Miguel, que é uma região de periferia. Infelizmente temos notícias de um e de outro que morreu ou que está contaminado. Isto não é uma coisa incomum”, disse o pastor Rogério Xavier, a tentar racionalizar a dor num sítio onde já foram enterradas 1,5 milhões de pessoas.