Trinta greves na China desde março passado contra mão-de-obra barata
Trinta greves envolvendo mais de 500 trabalhadores ocorreram na China desde o mês passado, assinalando que “o crescimento assente na mão-de-obra barata já não é sustentável”, disse hoje um jornal do Partido Comunista Chinês.O movimento reivindicativo foi particularmente vigoroso nas empresas do grupo Yue Yuen, uma subsidiária de um consórcio de Taiwan que fabrica calçado para a Nike, Adidas e outras marcas internacionais, e que emprega mais de 40.000 trabalhadores no continente chinês.