2023-02-11 11:19:00 Jornal de Madeira

Árbitro madeirense de hóquei em patins reage à suspensão

Nuno Catanho, árbitro madeirense de hóquei em patins, que foi suspenso pela Federação de Patinagem de Portugal (FPP) devido à publicação feita pelo próprio nas redes sociais na qual incitava à violência, reagiu, hoje, à suspensão, tendo revelado que a situação não passou de um mal-entendido, já que a partilha era, na verdade, “uma brincadeira”. Recorde-se que, conforme noticia hoje o JM na sua edição imprensa, a publicação em causa visava a equipa de arbitragem que apitou, na quinta-feira, o jogo entre Sporting de Braga x Benfica, para a Taça de Portugal. “Pago €1.000 em dinheiro ao indivíduo que me mostrar um vídeo partindo os dentes e nariz do videoárbitro do Braga-Benfica desta noite! Tiago Martins outros €1.000”, lia-se na publicação que, entretanto, foi apagada da conta do Facebook do árbitro natural do Funchal, que também é conhecido pelo seu fervor clubístico em relação ao Benfica. Foi uma vez mais através das redes sociais que Nuno Catanho comentou o sucedido, garantido que aprendeu a lição. “O que publicas na internet fica na internet. Lição aprendida! Longe de mim imaginar, ao me sentar para assistir ao Braga vs Benfica de ontem, que hoje estaria presente em todos os principais canais e jornais nacionais. E associado a violência!! Tudo por causa de uma brincadeira com um post privado direcionado a um grupo de amigos e que termina com um emoji de grande riso”, começa por escrever, frisando que a sua intenção era meramente a de fazer uma publicada privada. “Entre os grupos de amigos, nas conversas futebolísticas tudo gira maioritariamente em torno de 3 aspetos: vangloriarão, provocação e reclamações de arbitragem. Sendo eu conhecido fervoroso adepto do Benfica descontente com algumas decisões, criei essa brincadeira, reconheço de mau gosto. Assim peço descola aos meus colegas Tiago Martins e Miguel Melo. Não foi de todo a minha intenção incentivar a violência. Aliás, em toda a minha vida só estive envolvido em 2 situações de violência e ainda para mais, ambas ao serviço da arbitragem! Sei o quanto custa!”, acrescentou ainda. O árbitro funchalense reconhece que esta se tratou de uma “situação triste”, mas espera que dela resulte algo positivo. “Porque não a liberação do áudio do VAR?? Porque não flash interviews e entrevistas pós-jogo aos árbitros!?? Todos os agentes do jogo são entrevistados com a exceção da arbitragem! Através da comunicação em tempo real (VAR) e da comunicação nas entrevistas pós-jogos humanizaríamos os árbitros e afastaríamos as teorias da conspiração”, sugeriu.

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