ABM pede castigo duro pela agressão
Este fim-de-semana foi marcado pela agressão de uma atleta de basquetebol do Clube Carnide para com uma atleta do C.S. Marítimo, num jogo do Campeonato Nacional 1ª Divisão. O JM contactou os responsáveis pela modalidade do Marítimo que aguardam a resposta da Federação Portuguesa de Basquetebol para marcarem a sua posição. FPF que também foi contactada pelo JM, só que não emitiu qualquer esclarecimento, para já. As imagens do ocorrido não deixam espaço a interpretações díspares. É possível observar a atleta do Carnide a empurrar uma atleta do Marítimo pelas costas, essa mesma atleta do Carnide vai depois discutir um ressalto já com outra verde-rubra, precisamente a que seria agredida. O momento violento ocorre quando a agressora, já com a bola na sua posse, decide colocar o cotovelo de forma ostensiva na cara da adversária. A jovem madeirense respondeu dentro das regras, com um toque na bola, mas quando o esférico estava a tocar no solo… a atleta do Carnide agrediu com um soco a verde-rubra. Atleta agredida que, diga-se, é ainda menor de idade. O JM contactou a Associação de Basquetebol da Madeira (ABM), que repudiou os acontecimentos que envolveram a atleta madeirense, deixando também a certeza de uma “mão pesada” por parte da Federação na altura de apurar responsáveis. “O comportamento da atleta do Carnide, independentemente do que a atleta do Marítimo possa ter dito, não justifica aquele comportamento. Não quero justificar absolutamente nada, se a nossa jogadora teve alguma palavra menos digna para com a atleta do Carnide, também deve ser sancionada, porque não devemos permitir comportamentos que desencadeiem este tipo de situações. Mas pelas imagens que procurei ver várias vezes, não posso dizer que a nossa atleta tenha feito algo que desencadeasse uma atitude igual à que a jogadora do Carnide teve logo de seguida. Estas situações têm que ter mão pesada, e a Federação Portuguesa de Basquetebol a este nível costuma ser exemplar, porque não aceita nem é conivente com este tipo de situações. Pois estes tipos de comportamentos têm de ser repudiados”, revelou Sandra Rebelo, presidente da ABM.