NAFRAM: denúncia sobre classificações de árbitros madeirenses “não tem fundamento”
O Núcleo de Árbitros de Futebol da Região Autónoma da Madeira (NAFRAM) reagiu às notícias relacionadas com alegadas irregularidades nas provas físicas dos árbitros da Associação de Futebol da Madeira, em comunicado, defendendo que as mesmas “não têm qualquer tipo de fundamento”. “A denúncia realizada sobre uma alegada irregularidade nos testes físicos dos árbitros não tem qualquer tipo de fundamento e, segundo o que consta, tratam-se de situações ocorridas na época 2017/2018. É de estranhar, visto que as classificações nas provas físicas até à data nunca foram contestadas por nenhum dos árbitros, nem alvo de impugnação por parte dos mesmos, pois segundo as normas de classificação e o que está regulamentado, tudo foi cumprido”, explica o organismo em comunicado enviado ao JM. O NAFRAM, presidido pelo árbitro Pedro Viveiros, explica ainda que os árbitros não se movem por “estatuto social ou por questões financeiras”, com a “paixão” a nortear a sua motivação. O organismo regional ligado à arbitragem refere ainda que “os árbitros não têm medo de falar ou expor as suas opiniões”, ao contrário do que tem sido “lamentavelmente adiantado por alguns órgãos de comunicação”. O NAFRAM salienta ainda que no seio da Arbitragem Madeirense, “o clima é muito positivo, e é com esse espírito de profissionalismo, rigor e competência que temos dignificado a arbitragem a nível regional e nacional, seja em jogos ou processos de avaliação”. O núcleo madeirense continua o comunicado, explicado que “esta situação trazida para a praça pública, sem qualquer nexo, com certeza tem outros contornos/interesses mas, não afecta, de todo, a arbitragem regional, que luta sempre por um melhor desempenho”. A finalizar, o NAFRAM, em comunicado assinado pelo presidente Pedro Viveiros, “confia plenamente no trabalho que tem sido desenvolvido pelo Conselho de Arbitragem”, bem como “pelas respectivas comissões que desempenham funções no seio da arbitragem regional”, confiando também “no trabalho das autoridades competentes em investigar o que quer que seja, afim de apurar toda a verdade, a qual acreditamos que não será nada mais do que a confirmação do rigor e transparência nas classificações".