Despenalização da morte medicamente assistida novamente aprovada no parlamento português
O parlamento português voltou, hoje, a aprovar a lei da despenalização da morte medicamente assistida, que contou apenas com os votos contra do Chega, PCP e da maioria dos deputados do PSD (64). Foi a maioria do PS (111) os seis deputados do PSD, BE, IL, PAN e o Livre que asseguram a aprovação deste diploma, que, depois da redação final na primeira comissão parlamentar, seguirá para as mãos de Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República. Recorde-se que lei, que voltou pela quarta vez à Assembleia da República após dois chumbos pelo Tribunal Constitucional e um veto político do Presidente da República, conta agora com uma nova versão, que reduz o escopo do procedimento. No novo diploma, é dada prioridade ao suicídio assistido ao invés da eutanásia, aditando ainda o conceito de “sofrimento de grande intensidade”.