Mutilação genital feminina poderia ser erradicada em cinco anos
“Sei que a MGF ultrapassa os 50% na Guiné-Bissau, infelizmente nunca fui à Guiné-Bissau. Falamos constantemente em irmos à Guiné-Bissau, mas nunca lá fui. Quando soubermos os últimos dados estatísticos do que mudou e onde na Gâmbia e a diferença [em relação aos últimos dados], levarmos o nosso autocarro rosa à Guiné-Bissau ou ao Senegal será muito fácil”, disse.