Mais de 40 associações exigem posicionamento do Governo português em relação à Amazónia
Explicando tratar-se de uma concentração “tanto de portugueses como de brasileiros - convocada por pessoas com preocupações ambientais e com a Amazónia” e por movimentos como O Porto não se vende, A Colectiva e o Extiction Rebellion, além de ambientalistas, feministas e a comunidade de imigrantes brasileiros -, Fabiana Martins destacou a preocupação que todos partilham “não só com a Amazónia, mas com todas as políticas de extermínio que Bolsonaro tem promovido, tanto de genocídio como de ecocídio”.