Associação ambientalista alerta que gestão das áreas protegidas é um retrocesso
O Fapas considera ainda que com este novo modelo de cogestão “perde-se a oportunidade de dar personalidade jurídica às áreas protegidas”, sustentado que este representa o “sacudir a água do capote pelo Estado”, algo que “já vem sendo percebido há anos pela ausência de criação de novas áreas protegidas e de gestão efectiva da Rede Natura 2000”.