Ryanair deixa cair a máscara nos voos dentro da União Europeia, mas obrigatoriedade mantém-se em Portugal
A Ryanair, que se estrou recentemente na Madeira, é a primeira companhia aérea a eliminar o uso obrigatório de máscaras nas suas ligações dentro do espaço da União Europeia. Conforme noticia o Jornal Económico, esta é uma decisão que surge na sequência do comunicado emitido pela Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA — sigla em inglês) e o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC), que deixar cair a exigência do uso desta proteção nos espaços aeroportuários e mesmo no interior dos aviões. “Os últimos desenvolvimentos da pandemia, em particular os níveis de vacinação e a imunidade adquirida naturalmente e o levantamento das restrições num número crescente de países europeus”, explanaram as duas instituições. Na sequência deste anúncio, a Ryanair anunciou que “a partir de segunda-feira, 16 de Maio, que as máscaras faciais serão opcionais em todos os voos”, “exceto nos voos de/para os 15 Estados da UE, onde as máscaras continuam a ser obrigatórias em transportes públicos”, pelo que Portugal ainda não será contemplado por esta medida. É também o caso da Áustria, Letónia, Chipre, Lituânia, República Checa, Luxemburgo, Estónia, Malta, França, Países Baixos, Alemanha, Grécia, Espanha e Itália, como aponta a mesma publicação. Ainda assim, a companhia aérea faz votos de que estes países que mantêm tais restrições “flexibilizem as suas regras de máscaras nos próximos dias, em conformidade com estas novas diretrizes sanitárias da AESA e do ECDC”.