Macron visitou família da vítima do ataque a esquadra da polícia
O presidente francês, Emmanuel Macron, visitou hoje o marido da polícia assassinada na véspera à facada em Rambouillet, perto de Paris, para apoiar a família “muito transtornada e muito digna”, indicou a presidência. Antes, Macron tinha estado com o comandante da divisão de Rambouillet, Thierry Roznowski, para expressar “todo o seu apoio, também aos demais polícias”, precisou a presidência à agência France Presse. O chefe de Estado prometeu na sexta-feira “nada ceder”, após o assassínio da funcionária da polícia numa esquadra de Rambouillet, por um homem que foi abatido por um agente. Uma reunião ministerial para fazer o ponto da situação deve juntar hoje os serviços e os ministros envolvidos (Interior, Justiça, Forças Armadas) e o primeiro-ministro, Jean Castex. O chefe do governo deslocou-se hoje a uma esquadra em Toulouse (sul) para reafirmar “a completa determinação do Estado” face à ameaça terrorista. As três pessoas detidas na sexta-feira no âmbito da investigação do ataque continuam a ser ouvidos e devem ajudar a traçar o perfil do agressor. Jamel G., um tunisino de 36 anos, era desconhecido das autoridades francesas e estava em território francês de forma ilegal. Estão detidos o seu pai e duas pessoas que o acolheram, uma recentemente nos subúrbios parisienses e outra quando chegou a França em 2009, segundo uma fonte próxima do dossier.