Família britânica com 12 pessoas morre após juntar-se ao Daesh
Os 12 elementos da família britânica Mannan, que decidiu fugir do Reino Unido para se juntar ao Daesh, na Síria, em 2017, morreram todos ao longo destes dois anos. A informação foi confirmada por familiares ao jornal Mail Online, tendo sido replicada pelo Notícias ao Minuto. De acordo com esta publicação, o casal mais velho da família, constituído por Muhammed Mannan, de 75 anos, e pela mulher, Minera, morreu devido a problemas de saúde. Muhammed tinha diabetes e era conhecido pelas autoridades como o britânico mais velho a viajar para a Síria para se juntar ao Daesh. Já os filhos do casal, Mohammed Abil Kashem Saker, de 31 anos, Mohammed Zayd Hussain, de 25, e Mohammed Toufique Hussain, de 19, foram mortos em combate. Os dois mais jovens logo em 2017, na cidade de Raqqa, e o mais velho no início deste ano, em Bagouz. Os outros sete membros, incluindo três crianças com idades compreendidas entre um e 11 anos, foram mortos durante um ataque aéreo, quando tentavam fugir de Baghouz. O Noticias ao Minuto acrescenta que dois meses depois de chegarem à Síria, a família tinha divulgado um comunicado onde declarava o seu apoio ao Daesh. Estavam felizes por terem chegado a uma terra “livre da corrupção e da opressão da lei artificial”.