UE adia debate sobre direitos de autor para ter “posição sólida”
“Provavelmente, a discussão só continuará após as eleições e talvez a reforma só seja adotada num novo mandato”, estimou Julia Redá, receando que “os aspetos positivos da reforma, que são bons para os utilizadores e para os autores, continuem sem ser adotados”, como uma maior proteção para autores (dando-lhe mais poder para negociar contratos) ou um maior acesso dos utilizadores a obras que deixaram de ser comercializadas.