Oitenta reais, o “preço” das venezuelanas que sobrevivem da prostituição no norte do Brasil
“Aqui tinha prostituição, mas era lá na parte de cima da rua, agora é na rua inteira. Eu não faço problema com isto não, muitas delas vêm aqui e comparam sopa, outras até estão aprendendo a comer o Tacacá”, concluiu.