“Nem todas as pessoas que estão a regressar à Madeira têm necessidade de apoio do Estado”
Mas queria transmitir uma mensagem importante para as famílias que de forma objetiva demonstrem a sua necessidade: dirijam-se aos consulados quer de Caracas quer de Valência ou então aos nossos dez consulados honorários, dirijam-se ao movimento associativo, porque é por via do movimento associativo que nós também canalizamos esses apoios, para que, naquilo que são as vossas necessidades fundamentais, o Estado Português possa garantir esse apoio. Quero também transmitir a ideia de proximidade, porque foi isso que eu procurei fazer também com esta visita. Tive uma reunião com cerca de 100 empresários em Valência, estivemos 3 horas em diálogo permanente e ouvi uma a uma as pessoas que se quiseram pronunciar; dialoguei com as pessoas que estavam no atendimento público em Valência; em Caracas, onde eram várias dezenas; dialoguei com os funcionários consulares; dialoguei depois com cerca de 300 portugueses no Centro Português de Caracas numa sessão que também durou cerca de 3 a 4 horas, aliás há colegas vossos, jornalistas, que assistiram a essa sessão e, portanto, que não fique sem apoio qualquer português com necessidades comprovadas.