Um terço dos países da ONU criminaliza pessoas pela orientação sexual
“O caso atual da Chechénia, [na República Russa], oferece recentemente o exemplo mais terrível de tais abusos, pois teme-se que as contas das redes sociais de pessoas (detidas), que podem ser de homossexuais, são pirateadas e utilizadas para identificar outras pessoas que ainda não foram presas”, disse o diretor-geral da ILGA, Renato Sabbadini.