Morte por esmagamento desencadeia manifestações em Marrocos
“Ninguém tinha o direito de o tratar assim”, lamentou Hassad. “Não podemos aceitar que os responsáveis ajam de forma precipitada, com raiva, ou em condições que não respeitem os direitos das pessoas”, sublinhou o ministro, prometendo conclusões do inquérito para daqui a alguns dias.