2014-03-12 15:36:29 Jornal de Madeira

Banco de Portugal critica juiz por ter interrompido julgamento por dois anos e meio

A prescrição das contraordenações imputadas pelo Banco de Portugal a Jardim Gonçalves, antigo presidente do BCP, deveu-se, em grande parte, à decisão do juiz da primeira instância de interromper o julgamento durante dois anos e meio, segundo o supervisor.

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