RVM: Itinerário do primeiro dia da 62.ª edição
Oficialmente, a 62.ª edição do Rali Vinho Madeira (RVM) já "está na estrada", como revelou Pedro Araújo, diretor da maior prova automobilística da RAM, que agradece "o civismo" do público durante a prova do 'Shakedown' e do 'Qualifying', sessões cronometradas que decorreram esta manhã entre a Estrada dos Cardais e Estrada regional (ER) 224. Resta esperar por amanhã... Amanhã, sexta-feira, o rali vai para a estrada para as 16 Provas Especiais de Classificação (PEC), oito disputadas amanhã e outras oito no sábado. Alexandre Camacho, o primeiro a ir para a estrada, tem saída agendada do Parque de Assistências (Avenida Sá Carneiro) às 09:25 horas. Às 10:08 horas tem de estar na estrada regional (ER) 207 para iniciar o Campo de Golfe 1, numa extensão de 10,49 quilómetros, pelas 10:11 horas. A segunda passagem será às 15:31 horas. Após a entrada do Campo de Golfe local, a PEC inclui uma pequena sequência de retas até ao Santo da Serra. Daí e até à Fonte de Santo António, o percurso é bastante sinuoso e estreito. Posterior à também muito veloz evolução até à Ribeira de Machico e Portela que antecede nova zona plana até à Serragem no Santo da Serra, onde termina. Segue-se o Palheiro Ferreiro, numa extensão de 8,11 quilómetros, bem menos do que a mítica PEC de outros tempos. A prova começa no início do Caminho dos Pretos, é realizada entre o Palheiro Ferreiro e o Terreiro da Luta, com um traçado que mistura quase na perfeição as zonas rápidas com aquelas a requererem muita técnica. Há duas passagens, uma às 10:52 horas e outra às 16:14 horas. O primeiro dia de prova ainda tem duas passagens pelo Norte, com a realização da PEC da Cidade de Santana, uma às 12:50 horas e outra às 18:10 horas. Boaventura, que se faz também em duas vezes, a primeira vez começa às 12:17 horas, a segunda é às 17:37 horas. A norte, os pilotos vão realizar duas provas de troços cronometrados disputados unicamente na zona norte da ilha, que requer muita técnica na constante mudança entre subidas e descidas e zonas rápidas e lentas num percurso por vezes estreito, como é o caso entre a Boaventura e o Arco de São Jorge. Já a Cidade de Santana, a PEC é realizada quase sempre em subida, exceção feita a algumas zonas planas e muito rápidas. No seu percurso existem zonas muito técnicas em que surgem os chamados “ganchos”.