«O livro das pequenas coisas»  e «Sakura» duas obras cúmplices
2014-11-24 15:38:52 Tribuna da Madeira

«O livro das pequenas coisas» e «Sakura» duas obras cúmplices

A autoria é de António Barroso Cruz Os livros, editados por O Liberal, serão apresentados no próximo dia 27, no Museu Casa da Luz. Como já vem sendo habitual por parte do autor, a apresentação destes livros também será diferente, “muito intimista”. Tribuna da Madeira (TM) – O que apresentam ambos os livros? António Barroso Cruz (ABC) – Representam uma verbalização por parte do autor no que a reflexões, no que a introspecções, no que a contemplações, revelações, pensamentos e intimismos diz respeito. TM – A que tipo de leitor se destinam? ABC – A todos os que gostem de ler. A todos os que gostam de pensar sobre o que estão a ler. A todos os que gostam de interpretar para além do mero acto de ler palavras. A todos os que gostam de reflectir. A todos os que gostam de se rever nas palavras e nas imagens de quem escreve. TM – A Título de curiosidade, algum motivo especial para o lançamento de dois livros no mesmo dia? ABC – São dois livros pensados há muito tempo, trabalhados de há dois anos a esta parte e que se complementam. São dois livros muito cúmplices e, como tal, nunca deveriam de ser apresentados separadamente sob risco de se sentirem sozinhos e “desapoiados”. TM – Quais são as expectativas para o dia do lançamento? ABC – Que os convidados percebam e sintam o que se vai passar no palco da Casa da Luz. Que consigam entranhar-se de palavras e que deixem os sentidos fluir. Porque vão ter imagens, vão ter música, vão ter muito acerca do autor. Que de alguma forma se irá expor e revelar. TM – Como já é habitual, os lançamentos das suas obras são feitos em ambiente diferente do que costumamos assistir. Para este evento, espera-se novidades, um espectáculo desigual? O que pode desvendar aos leitores? ABC – Vai ser uma apresentação muito intimista. Vão ter um ambiente sossegado. Vão ter uma aproximação a estas obras que sendo cúmplices não deixam de ser diferentes. Daí a desigualdade emanada não só no convite como na apresentação que pensei para o dia 27. Acredito que fique na memória dos presentes como as passadas apresentações decerto terão ficado.

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