2019-10-07 00:53:00 Jornal de Madeira

Os portugueses “desejam a continuidade da atual solução politica agora com um PS mais forte”

O líder socialista, António Costa, afirmou hoje que os portugueses "gostaram da 'geringonça'" e que "desejam a continuidade" da atual solução política com um PS "mais forte". "Os portugueses gostaram da 'geringonça' e desejam a continuidade da atual solução política, agora com um PS mais forte", vincou António Costa perante as centenas de apoiantes do partido no Hotel Altis, em Lisboa, onde a direção do PS esteve reunida para analisar os resultados eleitorais desta noite. O também primeiro-ministro revelou que o partido vai estabelecer contactos com o PAN e com o Livre, que elegeu pela primeira vez um deputado, para integrarem um novo acordo para a próxima legislatura. O também primeiro-ministro revelou que o partido vai estabelecer contactos com o PAN para “um acordo político no horizonte da legislatura”, assim como com o Livre, que elegeu pela primeira vez um deputado, e “cuja presença no parlamento” o PS entende “como um reforço da solução política que produziu boas políticas e, sobretudo, bons resultados”. “Vamos procurar juntos dos nossos parceiros parlamentares renovar a solução política que os portugueses disseram que querem continuada”, frisou Costa, realçando que os socialistas vão “empenhar-se, como é seu dever, em garantir a construção das soluções de estabilidade” para os próximos quatro anos. O dirigente socialista reforçou a ideia de que “a estabilidade política é essencial à credibilidade internacional” de Portugal, acrescentando que é esse “o reforço da confiança que permite o investimento”. António Costa criticou também os resultados dos partidos à direita: “O PSD e CDS-PP, mesmo com o reforço da Iniciativa Liberal e do Chega, tiveram a maior derrota histórica da direita em Portugal”. O resultado dos sociais-democratas e dos centristas, prosseguiu o secretário-geral do PS, “expressa seguramente o facto de não terem apresentado uma alternativa credível” à governação socialista, e mostram também “a rejeição que os portugueses fazem de uma campanha eleitoral assente em casos e ataques pessoais”. Em relação a BE e PCP, o dirigente socialista considerou que “consolidaram, no essencial, a sua posição eleitoral” e o PAN “registou um reforço politicamente relevante”.

Pesquisa

Partilhe

Email Netmadeira