Marcelo avisa que se deve aprender com o fracasso da Liga das Nações
“Ser-se patriota é ter-se orgulho no passado, é ter-se orgulho nas raízes, é ter-se orgulho na História própria, mas é também ter-se a exata noção de que o mundo é como é, e de que os outros têm direito a ter orgulho nas suas próprias pátria. E que o mundo, onde não há ilhas, é fruto do diálogo do encontro, da permanente conjugação entre o espírito patriótico de todos e cada um de nós”, defendeu.