PSP deteta 169 infrações ambientais e realiza oito detenções e 17 apreensões
A PSP detetou no território nacional 169 infrações ambientais, realizando oito detenções e 17 apreensões, durante 183 operações efetuadas entre segunda-feira e quinta-feira, anunciou hoje a Direção Nacional (DN) desta força de segurança. Em comunicado, a DN da PSP informa que no âmbito da operação de proteção e preservação do ambiente ‘Planeta Azul II’ foram realizadas 183 operações, detetadas 169 infrações ambientais (contraordenacionais), 67 outras infrações e averiguadas 57 denúncias ambientais. Os resultados operacionais dos quatro dias de operação, realizada em todo o território nacional, indicam que a PSP fez oito detenções por vários crimes e 17 apreensões de fauna/flora protegida. “Com mais esta operação, a PSP quis, por um lado, garantir um melhor ambiente para todos os cidadãos e, por outro, comemorar o Dia Mundial para a Preservação da Camada do Ozono que se celebrou em 16 de setembro (segunda-feira)”, refere o comunicado. A PSP destaca uma ação realizada na segunda-feira, na localidade de São Cosme, concelho de Gondomar, distrito do Porto, na qual foi apreendido um melro, uma gralha e um corvo, "por violação à diretiva da proteção de aves – espécies protegidas/selvagem", que deu origem a três contraordenações remetidas ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas. Outra das operações relevantes aconteceu numa propriedade com cerca de 6.000 metros quadrados na cidade de Guimarães, na qual “o proprietário tinha 78 veículos depositados, alguns em fim de vida, em incumprimento do seu encaminhamento para operadores de desmantelamento licenciados”, tendo sido ainda detetados “outros resíduos depositados fora das condições legais”. Nesta ação levada a cabo na quarta-feira (18 de setembro) a PSP apurou “as condições de alojamento de dois equídeos, 10 canídeos e um porco vietnamita”, remetendo as infrações detetadas para as entidades competentes. O comunicado explica que a operação 'Planeta Azul II' “visou, essencialmente, proteger o ambiente, agindo, quer pedagogicamente, prevenindo e sensibilizando crianças e jovens nas escolas, comerciantes e idosos, quer numa vertente fiscalizadora, estando esta direcionada para as áreas dos resíduos, espécies protegidas de fauna e flora e emissões poluentes”.
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Fonte: Jornal de Madeira

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