Emigrou para a Venezuela e foi dado como morto para lhe ficarem com a herança
Um homem de 64 anos esteve emigrado 40 anos na Venezuela. Quando regressou, descobriu que a mulher e as filhas o deram como morto para o “deixar sem nada”. O caso é divulgado pelo JN. Mário Castro, com 64 anos, trabalhou na Venezuela durante quatro décadas. Quando regressou a Portugal, em 2015, descobriu que vive uma "situação inédita": há 20 anos foi declarada a sua morte presumida.  "Deram-me como morto, para me deixar sem nada", lamenta, ao JN, acusando as filhas e a mulher de quererem ficar com o património que herdou do pai. O homem, atualmente debilitado, cego de um olho por causa da diabetes e a ter de fazer hemodiálise todas as semanas, conta: "Quando cheguei da Venezuela fui ao meu terreno [em São Félix da Marinha] e estava fechado a cadeado". Mário Castro teve, inclusivamente, de chamar a GNR para poder entrar no seu terreno. Agora encontra-se a lutar para provar que, afinal, está vivo, e quer recuperar o seu património, que é avaliado em cerca de 100 mil euros.
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Fonte: Jornal de Madeira

2019-07-15 14:40:00
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