Santa Cruz não perdoa "roubo" dos terrenos no Parque Industrial da Cancela
É o terceiro ano consecutivo que as cerimónias do dia do concelho de Santa Cruz não contam com a presença de alguém do Governo. Filipe Sousa explica que não se trata de qualquer sentimento infundado ou mesquinho, mas sim é a profunda convicção de que não faz sentido qualquer exercício da falsidade, quando o Executivo madeirense "continua a falhar ao povo de Santa Cruz". Na cerimónia, que acaba de decorrer na Praça Dr. João Abel de Freitas, o presidente da Câmara de Santa Cruz falou nos terrenos "que nos estão a roubar" no Parque da Cancela. Mas não querendo se estender muito neste assunto e preferindo fazer  balanço do já feito, o edil lembrou que Santa Cruz é um concelho que recuperou a credibilidade e solidez financeira, que fez da aposta social uma prioridade e que delineou um rumo para um desenvolvimento sustentado. No entender do autarca, o que incomoda o poder regional é a "nossa forma de trabalhar". Filipe Sousa disse que Santa Cruz está a trabalhar para que a porta de entrada na Madeira se transforme em espaço de permanência, em reconhecimento da "nossa especificidade e do valor desta nossa terra comum". Sinal destes novos tempos, como adiantou, é a marca apresentada nas festas do concelho. O edil renovou o seu compromisso de continuar a caminhada em prol do povo de Santa Cruz.  A oposição criticou a falta de democracia (PSD) nas reuniões de Câmara, a falta de apoios ao turismo (CDS), a falta de eventos (PS). Na cadeira do representante do Governo, sentou-se um munícipe do Caniço. Júlia Caré, presidente da Assembleia Municipal de Santa Cruz, falou da ditadura que existia até há não muito tempo.
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Fonte: Jornal de Madeira

2019-10-18 21:12:00
2019-10-18 20:39:00
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